Oncologia. Recuperar a confiança dos doentes, repensar infraestruturas e retomar os rastreios são algumas das prioridades de um sector que, apesar da pandemia, nunca parou por completo
Só na área do cancro digestivo, foram adiadas 51 mil cirurgias e canceladas 540 mil consultas, devido à pandemia de covid-19. Os rastreios estão “completamente parados”, revela Vítor Neves, presidente da Europacolon Portugal, associação de apoio ao doente com cancro digestivo
Rui Medeiros é co- presidente da HPV Action Network, um grupo de trabalho europeu que pretende, até 2030, implementar estratégias eficazes para eliminar todos os cancros causados pelo HPV
Este é o apelo que António Sales, secretário de Estado da Saúde, fez durante o debate virtual organizado pelo “Tenho Cancro. E depois?” - um projeto editorial da Sic Notícias e do Expresso, que tem o apoio da Novartis e da Médis e a colaboração da Sociedade Portuguesa de Oncologia e a Liga Portuguesa Contra o Cancro - realizado com o objetivo de apurar as prioridades atuais para a oncologia nacional
Na próxima quinta-feira, dia 25 de junho, a partir das 18h, assista ao debate no facebook da Sic Notícias sobre como a pandemia afetou a oncologia em Portugal. A iniciativa contará com a presença do Secretário de Estado da Saúde, António Sales
Especialistas admitem que o adiamento de endoscopias e colonoscopias, em consequência da pandemia provocada pelo novo coronavírus, poderá prejudicar o rastreio e a vigilância de alguns dos cancros mais frequentes na população portuguesa
Projetos Expresso. Terapia. Lucília fez uma mastectomia parcial, Luís ficou com um cateter no corpo e Fátima quase deixou de falar depois da cirurgia. Mas os tratamentos do cancro estão cada vez mais evoluídos
A American Society of Clinical Oncology (ASCO) realizou a sua reunião anual entre os dias 29 a 31 de maio, em formato virtual, na qual foram apresentados e debatidos os principais estudos e avanços na área da oncologia a nível mundial