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Marcelo diz que hino de paraquedistas não foi cantado por causa da pandemia 

Ministro da Defesa vaiado por ex-militares paraquedistas no Dia do Exército. 

O ministro da Defesa e o chefe do Estado Maior do Exército foram este domingo vaiados por antigos militares paraquedistas, quando assinalavam o Dia do Exército, em Aveiro.

O protesto contra a alegada proibição de os militares no ativo cantarem o "Pátria Mãe", o hino dos paraquedistas, durante o desfile militar começou pouco depois do arranque da cerimónia.

À SIC, fonte do Ministério da Defesa diz que o ministro não quer comentar a situação e acrescenta que João Gomes Cravinho desconhecia uma alegada diretiva que proíba a entoação dos cânticos.

Já o Presidente da República explicou que foi um caso isolado. Marcelo Rebelo de Sousa disse que o hino não foi cantado por causa da pandemia de covid-19.

"Não houve proibição nenhuma, continuará a haver os cânticos, o que houve foi por razões meramente de medida sanitária nesta cerimónia dada uma orientação para que não existisse. Mas foi nesta cerimónia, não como regra geral, que eu acharia estranho, não faria sentido e felizmente não ocorreu", disse aos jornalistas.

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