País

Violência doméstica. Houve seis homicídios entre janeiro e março

Foi registada uma diminuição no número de denúncias, que pode estar relacionada com o confinamento.

A diminuição do número de denúncias tem-se mantido desde 2016 e o primeiro trimestre do ano, altura passada em confinamento, não é exceção. A PSP registou uma descida de cerca de 15%, e olhando para os dados que incluem também a GNR, a tendência é a mesma, com uma quebra de 13% face a 2020.

A violência doméstica, inclui a violência entre pais e filhos e os casos de violência conjugal, cujas denúncias ainda diminuíram mais. O coordenador nacional do policiamento de proximidade Hugo Guinote dá conta de 34% como a queda mais acentuada, registada na 2ª quinzena de março de 2020, a primeira em confinamento desde o início da pandemia.

A relação com o confinamento parece ser mais evidente, quando percebemos que com a reabertura, os registos subiram. Hugo Guinote sublinha o impacto da reabertura dos estabelecimentos, que, além da venda e consumo de bebidas alcoólicas, pode fazer aumentar "a necessidade do agressor em exercer controlo sobre a vítima".

A denúncia é o primeiro passo para a proteção, e o coordenador do policiamento de proximidade refere que é uma dificuldade ainda maior na violência entre filhos e pais, que foi a que mais aumentou em 2020.

Por outro lado, aumentou também o número de detidos por violência doméstica, assim como as medidas de coação que obrigam ao afastamento do agressor.

Entre janeiro e março, houve seis homicídios em contexto de violência doméstica, quatro mulheres e dois homens. Equivale a um aumento de 20%, face às 5 vítimas a lamentar no 1º trimestre de 2020.

A diminuição do número de denúncias tem-se mantido desde 2016 e o primeiro trimestre do ano, altura passada em confinamento, não é exceção.

A PSP registou uma descida de cerca de 15%, e olhando para os dados que incluem também a GNR, a tendência é a mesma, com uma quebra de 13% face a 2020.

A violência doméstica, inclui a violência entre pais e filhos e os casos de violência conjugal, cujas denúncias ainda diminuíram mais. O coordenador nacional do policiamento de proximidade Hugo Guinote dá conta de 34% como a queda mais acentuada, registada na 2ª quinzena de março de 2020, a primeira em confinamento desde o início da pandemia.

A relação com o confinamento parece ser mais evidente, quando percebemos que com a reabertura, os registos subiram. Hugo Guinote sublinha o impacto da reabertura dos estabelecimentos, que, além da venda e consumo de bebidas alcoólicas, pode fazer aumentar "a necessidade do agressor em exercer controlo sobre a vítima".

A denúncia é o primeiro passo para a proteção, e o coordenador do policiamento de proximidade refere que é uma dificuldade ainda maior na violência entre filhos e pais, que foi a que mais aumentou em 2020.

Por outro lado, aumentou também o número de detidos por violência doméstica, assim como as medidas de coação que obrigam ao afastamento do agressor.

Entre janeiro e março, houve seis homicídios em contexto de violência doméstica, quatro mulheres e dois homens. Equivale a um aumento de 20%, face às 5 vítimas a lamentar no 1º trimestre de 2020.