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Venda da OMNI a empresário brasileiro. João Loureiro esteve envolvido no negócio

Notícia SIC

Empresário brasileiro comprou sociedade ao antigo presidente do Boavista.

João Loureiro vendeu uma sociedade a um empresário brasileiro que terá servido para formalizar um contrato de promessa de compra da OMNI, a empresa proprietária do avião encontrado com 500 quilos de cocaína em Salvador da Bahia, no Brasil.

Para além de João Loureiro, a sociedade tinha inicialmente como sócio Valentim Pinto de Sousa Loureiro, que ontem a SIC assumiu erradamente ser o pai do antigo presidente do Boavista. Pelo erro, pedimos desculpa ao visado e aos nossos leitores.

João Loureiro deve ser chamado a prestar declarações em Portugal. PGR confirma investigação em curso

João Loureiro está ainda no Brasil, mas quando chegar a Portugal deverá ser chamado pelo Ministério Público a prestar declarações.

À SIC, a Procuradoria-Geral da República confirmou que a investigação está em curso e que se encontra em segredo de justiça.

O processo está a cargo do Departamento Central de Investigação e Ação Penal e está a ser investigado, no terreno, pela Polícia Judiciária.

Responsável da Polícia Federal garante que Loureiro é um dos suspeitos

Um responsável da Polícia Federal brasileira garante que João Loureiro é um de cinco suspeitos no caso do avião onde foram encontrados 500 quilos de cocaína.

A Polícia Federal do Brasil apreendeu no dia 10 de fevereiro meia tonelada de cocaína escondida num avião particular que já tinha recebido autorização para descolar da cidade de Salvador com destino a Portugal.

A droga foi encontrada durante uma inspeção que agentes da Polícia Federal fizeram ao avião, que se encontrava na pista do Aeroporto Internacional de Salvador.

João Loureiro, antigo presidente do Boavista e filho de Valentim Loureiro, tinha lugar marcado nesse avião e à SIC garantiu ser completamente alheio ao que se passou

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