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"Havia sangue no chão e estava tudo virado ao contrário"

"Havia sangue no chão e estava tudo virado ao contrário"

GNR do posto de Alcochete, comandante da primeira patrulha a chegar à Academia do Sporting, foi ouvido hoje em tribunal

Entrou no segundo dia o julgamento dos suspeitos do ataque à Academia do Sporting. Começou com a audição das primeiras testemunhas, os militares da GNR que estiveram na Academia logo após o ataque. Mas este dia começou com um incidente à entrada do tribunal, um protesto que acabou pouco depois.

O GNR do posto de Alcochete, comandante da primeira patrulha a chegar ao local, foi ouvido em tribunal. Diz que recebeu uma chamada para ir a Alcochete e foi em marcha de urgência.

Quando chegou, passou por cerca de 50 pessoas, algumas encapuzadas a saírem da Academia e irem para o parque de estacionamento. Passou por eles mas não parou. Foi falar com o vigilante que disse "cá dentro não está ninguém".
Voltaram para trás para fechar a estrada quando foram abalroados pelo BMW.

A primeira pessoa que o GNR identificou foi um arguido que se identificou como jornalista do Sporting, mas que afinal não o era.