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Português gerente de loja no Brasil acusado de racismo contra cliente 

Homem ter-se-á negado a atender cliente. Autoridades abriram uma investigação.  

Um português, gerente de uma loja de roupa no Brasil, foi acusado do crime de racismo contra uma cliente negra.

As autoridades garantem que havia um código - "Zara zerou" - que era anunciado nos altifalantes sempre que entrava alguém considerado suspeito.

A investigação começou em setembro, depois de uma delegada da polícia ter afirmado que foi barrada. Desde então, foram ouvidas oito testemunhas, além da alegada vítima e do suspeito, um português de 32 anos.

A conhecida cadeia de lojas de roupa nega a acusação de racismo.

Num comunicado, a Zara explica que o controlo à entrada está relacionado com as limitações impostas pela pandemia de covid-19 e garante que não tolera qualquer tipo de discriminação.

Se for provado o crime de racismo, a loja pode ser responsabilizada por danos morais e o gerente da loja condenado a uma pena de prisão até três anos.