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Da onda de calor na Turquia à queda de neve no sul do Brasil

Enquanto os estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão cobertos por um manto branco de que não há memória, os incêndios fustigam a região turca de Antalya.

O sul do Brasil enfrenta uma vaga de frio como há muito não se via. Nos estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina caiu neve em várias cidades e as temperaturas estão bem abaixo de zero. Na Turquia, uma vaga de calor provoca graves incêndios junto ao mar Egeu.

O manto branco cobre muitas das cidades do sul do Brasil. O frio é comum no inverno, mas a neve é coisa rara, só guardada para o topo dos montes.

No Bom Jardim da Serra, no estado de Santa Catarina, os termómetros desceram até quase -9ºC. Em Gramado, no Rio Grande do Sul, ninguém se recorda dum manto branco como este.

Nos Estados Unidos, no estado da Pensilvânia, os habitantes de Bucks County foram surpreendidos por dois tornados que tocaram no cão ao mesmo tempo e causaram um rasto de destruição. Os tornados são comuns nos EUA, mas na região do centro do país.

Já o sudeste europeu enfrenta uma forte onda de calor: a Turquia está a ser fustigada por vários incêndios junto a uma das zonas mais turísticas do país, ao redor de Antalya. As chamas já levaram à evacuação de alguns hotéis.

Várias pessoas morrera e cerca de 150 ficaram feridas. Muitas casas foram destruídas, obrigando os seus moradores a começar do zero.

No Líbano, os incêndios florestais já fizeram pelo menos um morto. Durante os últimos dias, o fogo avançou cerca de sete quilómetros e espalhou-se ao longo da fronteira com a Síria. Os bombeiros sírios juntam-se aos operacionais libaneses para combater o avanço das chamas.

Em Itália, vive-se um contraste entre o calor no mediterrâneo oriental e as inundações. Várias cidades na zona do Lago Como foram atingidas por cheias rápidas e deslizamentos de terra.

Também na Bélgica, na cidade de Trooz, perto de Liège, o nível da água atingiu mais de dois metros, quando o rio galgou as margens do leito.

A Alemanha continua a ser o país mais afetado pelas cheias rápida de há duas semanas, tendo sido contabilizadas 177 vítimas mortais.

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