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Chefe da Diplomacia da UE vai a Moscovo discutir detenção de Navalny

Marco Neiva

Marco Neiva

Editor de Imagem

Mais de 3 mil pessoas foram detidas este sábado nas manifestações de apoio ao opositor de Putin.

Há quase uma década que em Moscovo não havia tamanha manifestação. As autoridades reprimiram com violência quem pedia a libertação do principal opositor de Putin e exigia mudanças profundas no Governo.

Só na capital, 40 mil pessoas saíram à rua. Do extremo ocidental à Sibéria, em quase uma centena de cidades, o povo ignorou a proibição de protestar.

Vladimir Putin sublinha que os protestos a favor de opositor são ilegais e perigosos. A União Europeia condena a repressão de ações pacíficas e a detenção de quem discorda do governo.

O alto representante, Josep Borrell, vai à Rússia nas próximas semanas, discutir a libertação de Alexei Navalny. Só depois, serão debatidas eventuais sanções.

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