Prémio Intermarché Produção Nacional

Horticilha Agro-Indústria - O (bom) tomate biológico que combina com sabor genuíno

Esta semana saiba mais sobre os pré-finalistas nas categorias Ideias com Potencial e Inovação em Embalagem do Prémio Intermarché Produção Nacional, uma iniciativa que desde 2014 dá a conhecer o que de melhor se faz no setor primário português. Esta é uma Inovação em Embalagem

Goncalo Villaverde

As condições climatéricas e de solo de Cilha Queimada (Alcochete, Setúbal), próximo da Reserva Natural do Estuário do Tejo, cativaram, em 1995, um investidor sueco que aqui pretendia produzir tomate no inverno para complementar a produção de verão que tinha na Suécia, com o objetivo de fornecer o mercado escandinavo. Foi assim o início de um negócio que mudou várias vezes de mãos, que evoluiu e se especializou, sobretudo em produção biológica, chegando ao que é hoje. Mas se até 2018
o tomate aqui produzido era quase na sua totalidade direcionado para os mercados internacionais, a entrada de um novo
player,o Grupo Hortipor, veio mudar
o paradigma. A estratégia de comercialização da Horticilha passa agora pela aposta no mercado nacional, marcando a diferença pela excelência e diversidade da oferta, que inclui variedades exclusivas — como o tomate-púrpura, de gosto surpreendente, ou o
cherry-romântico, em forma de coração — selecionadas pelo seu sabor e valor nutricional excecionais. É neste contexto que surge o Goomato (good tomato), um projeto que “pretende aliar o sabor genuíno deste alimento à preservação do ambiente, com um modo de cultivo ecológico e saudável e uma embalagem original 100% reciclável que o consumidor venha a reconhecer facilmente”, explica Paulo Neto, o responsável das Operações. Produzido com muito amor, durante o ano inteiro, em quase uma dezena de hectares de estufa e colhido de forma natural, o Goomato é, parafraseando o lema da marca, “simplesmente tomate bio”.

SUGESTÃO boa cama boa mesa

A marca foi criada especificamente para distinguir as variedades de tomate oriundas da produção em modo biológico. Passam despercebidos em muitas mesas de restaurantes, mas no Litoral Alentejano já ganhou fama o cherry sweet, pela sua doçura, concentração de sabor e crocância.