Orçamento do Estado

Partidos preparados para eleições antecipadas: todos querem que processo comece o mais rápido possível

A decisão sobre o que irá acontecer está nas mãos do Presidente da República.

Com o chumbo do Orçamento, o Presidente da República deverá prosseguir para a dissolução do Parlamento e a convocação de eleições legislativas antecipadas, como já tinha anunciado.

Todos os partidos se dizem preparados para eleições antecipadas. Da direita à esquerda todos querem que o processo comece o mais rápido possível.

O presidente do PSD defendeu que as eleições legislativas devem realizar-se "o mais depressa possível" a partir do Natal, dizendo esperar que "não sejam empurradas para a segunda quinzena de janeiro". O CDS entende que o fim da geringonça era inevitável e que o chumbo do OE 2022 era previsível. Telmo Correia, líder parlamentar do partido, disse que, depois das eleições, a esquerda não vai conseguir entender-se.

Para o PEV, a par da marcação de eleições antecipadas, também deveriam ser consideradas as opções de governação por duodécimos ou apresentação de outro Orçamento. O PAN considera que Marcelo Rebelo de Sousa se precipitou ao falar em eleições antecipadas. Ainda assim, garante que, em caso de eleições, o partido irá a votos sem receios.

O deputado único do Chega, André Ventura, defendeu a marcação de eleições antecipadas para janeiro de 2022 e para o Iniciativa Liberal "não há outra opção que não seja a convocação de eleições antecipadas".

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