Presidenciais

Pandemia, crise e “modelos famosas”. O 10.º dia de campanha eleitoral

Candidatos discutiram, entre outros, o fecho de escolas e apoios sociais para a crise.

No dia em que Portugal atingiu o máximo diário de mortes pela covid-19, a campanha eleitoral não fugiu ao tema. Entre fecho de escolas, apoio ao emprego e “modelos famosas”, os candidatos desdobraram-se em ações.

“O que se está a passar na opinião pública é escolher entre a eficácia da medida e a perceção política”, lançou Marcelo.

Fechar ou não fechar as escolas? A candidata Ana Gomes pronunciou-se logo pela manhã desta terça-feira, 10.º dia de campanha, que a opinião generalizada é que é “indispensável fechar escolas”, numa ação em Setúbal.

Não muito longe, Marisa Matias dava destaque, praticamente ao mesmo tempo, que o emprego deve ser uma prioridade e que é necessário “não deixar setores de atividade irem abaixo”, especialmente num momento de crise como aquele provocado pela pandemia.

Tiago Mayan Gonçalves deixou uma palavra crítica às medidas, criticando o Governo que "só sabe gerir o momento" e "fá-lo mal".

Mas nem só de pandemia se falou durante o dia de campanha. João Ferreira defende que o declínio do interior não é "uma realidade inevitável", e que um chefe do Estado tem de inverter essa tendência.

André Ventura, num comício em Aveiro, ouviu palmas dos apoiantes depois de falar de Sara Sampaio.

“Cada um que nos ataca ganha imediatamente lugar de destaque. Sara Sampaio disse que os fascistas saíram todos da toca. Mobilizamos modelos, pessoas que nunca falaram de política na vida. Somos os maiores mobilizadores deste país”, atirou.

Já Vitorino Silva organizou um fórum digital sobre mar e pescas e lembrou que "o mar também precisa de mimo".

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