Presidenciais

Marcelo Presidente dramatiza em visita de candidato ao Santa Maria

Ana Geraldes

Ana Geraldes

Jornalista

João Venda

João Venda

Repórter de Imagem

Pedro Carpinteiro

Pedro Carpinteiro

Repórter de Imagem

Tomás Pires

Tomás Pires

Editor de Imagem

Situação "muito crítica" justifica novo apelo ao país para "não facilitar".

Marcelo não quis que a Ministra da Saúde o acompanhasse ao hospital de Santa Maria porque ia como candidato.

Anunciou-o nos bombeiros do Dafundo, que decidiu visitar este domingo e a quem levava a resposta a uma "questão": a vacinação dos bombeiros "prioritários" porque fazem transportes de doentes covid "vai acontecer" de forma mais "acelerada". Não é uma antecipação, respondeu aos jornalistas, mas uma antecipação. Garantia de ministro.

Eduardo Cabrita, com quem falou e, segundo o Presidente, "percebeu" o que estava em causa. Para outras questões da gestão da pandemia, também tinha resposta, com garantias do Governo.

Requisição civil? Tem falado com a Ministra da Saúde. Mas se ali foi Marcelo, o candidato, e nem resistiu à selfie de grupo, mas à distância, com a corporação, no hospital de Santa Maria tinha de falar para o país. Em tom presidencial. E pelo segundo dia consecutivo insistir na necessidade de levar o confinamento a sério.

Pegou em gráficos para mostrar a situação de rutura e acabou a sublinhar que a situação "não é crítica, é muito crítica!" E repetiu-o, apelando a que os portugueses não facilitem e cumpram, como em março e abril, porque a realidade é "brutal" e "as próximas semanas são determinantes".

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