Eleições nos EUA

Biden presta homenagem ao Soldado Desconhecido

Joshua Roberts

Joe Biden tomou posse esta quarta-feira como 46.º presidente dos Estados Unidos.

O Presidente dos EUA, Joe Biden, prestou homenagem junto do túmulo do Soldado Desconhecido, no Cemitério Nacional de Arlington, ao lado de três dos seus antecessores na Casa Branca.

Os presidentes democratas Bill Clinton e Barack Obama e o republicano George W. Bush, que assistiram à tomada de posse de Joe Biden, acompanharam-no até ao Cemitério Nacional de Arlington, para prestar homenagem a todos os soldados que morreram ao serviço dos Estados Unidos, junto do túmulo do Soldado Desconhecido, que este ano cumpre o seu centenário.

Biden esteve sempre acompanhado da sua vice-Presidente, Kamala Harris, nas várias etapas da visita ao cemitério de Arlington, tendo ambos segurado uma coroa de flores em frente ao túmulo do Soldado Desconhecido, enquanto uma banda militar tocava o hino nacional dos EUA.

Joshua Roberts

No Cemitério Nacional de Arlington estão enterrados os heróis da pátria e dois presidentes, incluindo John F. Kennedy.

A visita a Arlington foi a última etapa nas cerimónias de investidura de Biden, que agora se dirige para a Casa Branca, onde entrará pela primeira vez como Presidente dos EUA, para assinar uma série de decretos de medidas que considera urgentes.

Biden jurou sobre a bíblia familiar de 1893

Joe Biden tomou esta quarta-feira posse como 46.º presidente dos Estados Unidos, antes do meio-dia, hora de Washington.

Depois do juramento com a Bíblia, há mais de cem anos na família Biden, no primeiro discurso do novo Presidente, deixou um apelo à reconciliação nacional e prometeu devolver o lugar do país ao mundo.

O hino cantado por Lady Gaga marcou o início da cerimónia de tomada de posse.

À posse, faltou Donald Trump. A 3 horas do fim do mandato, saiu da Casa Branca para a base aérea de Andrews onde recebeu honras militares.

Aplaudido por apoiantes, fez o último discurso oficial: destacou a luta contra a pandemia e a sua herança política.

Terça-feira à noite, em última afirmação do poder presidencial, Trump concedeu 73 perdões e comutou 70 sentenças judiciais.