Eleições nos EUA

"Tem inveja da cobertura mediática da covid". As críticas de Obama a Trump

O antigo presidente norte-americano lembrou também as vítimas mortais da pandemia.

O ex-Presidente dos Estados Unidos Barack Obama criticou Donald Trump esta terça-feira.

Barack Obama afirmou que o atual presidente tem ciúmes da cobertura que os média fazem da covid-19.

"Esta semana, com tudo o que se passa, sabem do que falou ele? Voltou a falar do tamanho da multidão na tomada de posse. Disse que a dele era maior. Quem é que está a pensar nisso neste momento?", acrescentou.

O contrarrelógio final de comícios e troca de acusações para captar o voto

Na semana final da campanha, Biden aposta no reforço da coligação de eleitores afroamericanos e latinos que habitualmente vota no candidato Democrata. No contra-relógio final de comícios, Trump recordou 2016 no New Hampshire.

Mais de 60 milhões de eleitores já votaram por correio ou por antecipação para as eleições de 3 de novembro. Entre os votantes, o destaque para a astronauta Kate Rubins que depositou o voto numa urna improvisada na Estação Espacial Internacional.

300 mil israelitas de dupla nacionalidade têm direito a votar no dia 3 de novembro

Cerca de 300 mil israelitas de dupla nacionalidade têm direito a votar nas eleições do proximo dia 3 de novembro.

Apesar de a Administração Trump ter apoiado Israel nos últimos quatro anos, a comunidade judaica norte-americana apoia tradicionalmente o partido democrata. Só 30% dos judeus norte-americanos, muitos deles ortodoxos, são grandes defensores de Trump. Quase 70% da comunidade judaica, continua a votar no partido democrata, tal como sempre fizeram no passado.

Estas eleições são também críticas para o líder israelita Benjamin Netanyahu, que este apostou totalmente por Trump e renunciou à política bipartidária tradicional dos Governos israelitas anteriores.

Twitter vai alertar sobre possíveis notícias falsas até às eleições

A rede social Twitter anunciou esta segunda-feira que, a partir de agora, e até às eleições presidenciais norte-americanas de 3 de novembro, passa a alertar os utilizadores da plataforma sobre potenciais notícias e informações falsas.

A empresa já conta com regras e mecanismos rigorosos de utilização para suprimir ou ocultar notícias e informações que considera falsas, mas é a primeira vez que decide alertar os utilizadores de forma preventiva, sem que estes tenham acedido ao conteúdo em questão.

Assim, nos próximos dias, os internautas norte-americanos que acederem ao Twitter irão ver em destaque alertas relacionados com o escrutínio presidencial e com algumas questões que têm suscitado várias dúvidas e informações contraditórias, como, por exemplo, o voto por correspondência.

Estes alertas vão estar associados a 'links' para outras páginas na Internet que terão mais informações relacionadas com as questões que suscitam mais dúvidas e "sobre as quais circulam informações falsas", segundo explicou um dos responsáveis da plataforma, Yoel Roth, citado pela agência espanhola EFE.

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