Coronavírus

Comércio e restauração: saiba o que fecha com o novo confinamento

Há exceções, mas são poucas.

Especial Coronavírus

Os restaurantes e o comércio não alimentar voltam a fechar portas numa altura em que os dois setores enfrentam uma das maiores crises de sempre.

Restauração só em take-away ou entrega ao domicílio

Dez meses depois, os restaurantes, bares e cafés voltam a encerrar. Tal como como no primeiro confinamento geral, podem apenas funcionar em regime de take-away ou entregas ao domicílio.

A novidade é que haverá uma regulação: as comissões de entrega ao domicílio cobradas aos restaurantes estão limitadas a 20% e as taxas de entrega não podem aumentar.

A Associação Nacional de Restaurantes estima que os despedimentos no setor ultrapassem as 100 mil pessoas no primeiro trimestre do ano e fala numa crise sem precedentes.

Todo o comércio não alimentar encerra

O comércio não alimentar também fecha, ou seja, lojas de rua, centros comerciais, cabeleireiros, esteticistas e ginásios. Tal como no ano passado, há exceções, por exemplo, para supermercados, farmácias e padarias.

O Governo lembra que há agora um pacote de medidas de apoio mais robusto do que havia no primeiro confinamento. Por exemplo, todos os negócios terão acesso automático ao lay-off simplificado.

As novas medidas entram em vigor a partir das 00:00 de 15 de janeiro, sexta-feira, e estão projetadas para vigorar um mês, mas o Governo vai reavaliá-las dentro de 15 dias.