Coronavírus

Concentração de empresários da restauração assinala fim da vigília no Porto

Cristina Almeida

Cristina Almeida

Repórter de Imagem

Lúcia Amorim

Lúcia Amorim

Editora de Imagem

Empresários estão contra as medidas restritivas anunciadas para a passagem de ano e insistem que as ajudas não são suficientes.

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Ao fim de 500 horas, a vigília chegou ao fim numa altura em que a restauração se prepara para uma passagem de ano a meio gás.

Para muitos, a revisão das medidas para a contenção da pandemia foi mais um golpe num ano dramático para o setor. Os empresários já estavam a planear os jantares de fim de ano, com encomendas feitas e depararam-se com cancelamentos em massa.

A PRO.VAR/Associação Nacional de Restaurantes insiste na criação de um gabinete de crise e numa audiência com o ministro da economia, que já veio esclarecer que também na passagem de ano haverá uma compensação de 20% da quebra de faturação em relação à média dos primeiros fins de semana de 2020. Mas os empresários insistem que essas ajudas não são suficientes.

Num inquérito realizado aos associados, a PRO.VAR conclui que, durante a pandemia, já encerraram 25% dos restaurantes, em definitivo ou temporariamente. E estima que esse valor chegue aos 50% no primeiro trimestre do próximo ano.