Coronavírus

Afinal, quais são os sintomas mais frequentes da covid-19?

Estudo britânico defende que não é a tosse, nem a febre, nem as dificuldades respiratórias.

Especial Coronavírus

O sintoma mais comum da covid-19 não é, afinal, a tosse, nem a febre, nem as dificuldades respiratórias, mas a perda de olfato ou paladar, concluiu um estudo britânico, que aponta diferenças entre adultos e crianças.

A perda de olfato ou de paladar surge em penúltimo na lista dos sintomas menos comuns, mas, afinal, segundo os últimos dados estatísticos da covid-19 no Reino Unido, grande parte das pessoas infetadas começou por sofrer de ageusia e anosmia, os nomes que se dão, em linguagem técnica. à perda do cheiro ou do sabor.

Numa doença que apanhou o mundo de surpresa há menos de um ano, sobram muitas perguntas e faltam certezas, mas começam a surgir evidências dos sintomas mais prevalentes na Coreia do Sul, na China e em Itália.

Há já registo de muitos doentes com perda parcial ou total do olfato e em alguns casos sem quaisquer outros sintomas.

Erro de fabrico põe em causa eficácia da vacina da AstraZeneca e Universidade de Oxford

A promissora vacina, com uma eficácia média de 70%, anunciada há dois dias levanta agora questões a especialistas.

Os participantes que tiveram meia dose na primeira injeção mostraram uma eficácia de 90%, já os voluntários a quem foram administradas duas doses completas, pareciam ter uma proteção menor de 62%.

A famacêutica e a Universidade de Oxford reconhecem agora, em comunicado, que foi um erro de fabrico.

Mais 82 mortes e 6.383 casos em Portugal nas últimas 24 horas

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 6.383 casos de infeção e mais 82 mortes associadas à doença covid-19, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta quinta-feira.

Desde o início da pandemia morreram em Portugal 4.209 pessoas, dos 280.394 casos de infeção confirmados.

Há menos um doente internado nas Unidades de Cuidados Intensivos, totalizando 516. Em relação aos internamentos em enfermaria, há menos 59 pessoas internadas, totalizando agora 3.192.

A DGS revela que estão ativos mais 1.713 casos de infeção em relação a quarta-feira, num total de 82.241. Foram dados como recuperados mais 4.588 doentes, 193.944 desde o início da pandemia.