Coronavírus

Covid-19: Mais de 731 mil mortos e 19,8 milhões de infetados em todo o mundo

Ritzau Scanpix Denmark

Nas últimas 24 horas foram registados 4.117 mortos e 213.167 infetados em todo o mundo.

Especial Coronavírus

A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 731.518 mortos em todo o mundo desde o aparecimento da doença na China em dezembro, segundo o balanço desta segunda-feira da agência France-Presse.

Mais de 19.884.260 casos foram diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, dos quais 11.879.100 foram considerados curados.

Nas últimas 24 horas foram registados 4.117 mortos e 213.167 infetados em todo o mundo. Os países que registaram mais novas mortes foram a Índia (1.007 novos óbitos), Brasil (572) e os Estados Unidos (532).

O Brasil este fim-de-semana ultrapassou a barreira dos 100 mil óbitos. A resposta de Bolsonaro à pandemia levou a Globo a abrir o jornal com um editorial inédito, onde criticou directamente o Presidente brasileiro.

Estados Unidos ultrapassam os cinco milhões de infetados

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortos como de casos, com 162.938 mortes em 5.044.864 infetados, segundo os dados da Universidade Jonhs Hopkins. Pelo menos 1.656.864 pessoas foram consideradas curadas.

Numa polémica visita a Tawian, o secretário norte-americano da Defesa asegurou que a produção de uma vacina terá sempre como prioridade os Estados Unidos.

Os efeitos da vaga de calor em França, a reabertura das escolas no Reino Unido e o regresso às aulas em Berlim

Na Europa, o país mais afetado é o Reino Unido, com 46.574 mortos e 310.825 casos.

Entre os países mais afetados, a Bélgica é o país que regista mais mortos em relação à sua população, com 85 mortes por 100.000 habitantes, seguida do Reino Unido (69), do Peru (64), da Espanha (61) e da Itália (58).

A vaga de calor em França está a levar muitas pessoas para a rua, o que aumenta o perigo de contágio, numa altura em que o país, em apenas numa semana, registou mais de nove mil casos.

Em Berlim, na Alemanha, cerca de 500 mil alunos regressaram às aulas esta segunda-feira. Há cuidados mas também receios de uma nova vaga de infeções, por parte dos pais que precisam de ir para o trabalho.

Já o primeiro-ministro britânico considera que manter as escolas fechadas é economicamente insustentável e defende que o regresso às aulas em setembro é uma prioridade nacional.

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) regista oficialmente um total de 84.668 casos (49 nas últimas 24 horas), entre os quais 4.634 mortos e 79.232 recuperados.

A América Latina e as Caraíbas totalizavam esta segunda-feira 220.067 mortos em 5.563.965 casos, a Europa 213.353 mortos (3.355.187 casos) e os Estados Unidos e o Canadá 171.955 mortes (5.164.268 infetados).

A Ásia registava 72.391 mortos (3.480.272 casos), o Médio Oriente 30.137 óbitos (1.247.825 infetados), a África 23.269 mortos (1.049.405 casos) e a Oceania 346 óbitos para 23.344 casos de infeção.

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