Afeganistão

Afeganistão: críticas ao Emirado Islâmico evitadas em público

Direitos humanos estão em causa e os riscos de represálias são reais para quem trabalhou com as forças internacionais.

Pelas ruas da capital afegã não há dúvidas sobre quem detém o poder, os homens das armas asseguram o controlo. No dia em que passa um mês desde a entrada dos Talibãs em Cabul, é difícil encontrar alguém que não louve o novo emirado islâmico.

Nas ruas é cada vez mais difícil encontrar mulheres e quem sai não arrisca receia desobedecer às novas leis.

As novas regras fazem o Afeganistão retroceder pelo menos 20 anos. Os direitos de mais de metade da população estão em causa e os riscos de represálias para quem trabalhou com as forças internacionais são reais.

É cada vez mais clara a crise migratória e humanitária no Afeganistão.

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