Afeganistão: Capital dos Errantes

A guerra é a maior fonte de produção de refugiados no mundo. Em 2019, o número total já ultrapassa os 25 milhões. Entre refugiados e deslocados, o total de errantes já chega aos 68,5 milhões. Com seis milhões de refugiados, a Síria ainda lidera a lista a nível global. Mas o último ano tem sido especialmente dramático para o Afeganistão. Em guerra, quase sem pausas, desde 1979, o Afeganistão produziu 2,5 milhões de refugiados e mais de 1,2 milhões de deslocados internos. O Paquistão, o Irão e a Turquia são os países de acolhimento. Os mais desesperados fogem para a Grécia. E essa é a última paragem. A Europa aceitou os sírios, mas recusa a entrada dos afegãos. Por estes dias, o Afeganistão transformou-se na capital dos errantes.

  • Os ecos da memória

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    Elliniko respirou a glória dos Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas. Um imenso complexo desportivo, construído a partir do abandono do aeroporto da cidade. A fénix renasceu das cinzas, mas como num movimento perpétuo, de novo o pássaro da mitologia grega se desfez em cinzas. Depois dos Jogos, o complexo olímpico iniciou uma escalada descendente até ter sido apanhado, de novo, pelos tentáculos do abandono.

    Pedro Coelho

  • Afeganistão: a guerra eterna
    14:45

    Afeganistão: Capital dos Errantes

    O Afeganistão é um dos países do globo mais fustigado pela guerra. A NATO ainda mantém no terreno 16 mil militares mas chegaram a ser 130 mil. Portugal participa com 186. Em novembro o grupo foi todo renovado. Assistimos à partida de dois dos três contigentes. Um mês depois, vistámos a família do capitão Carvalho.

  • Um país em guerra

    Afeganistão: Capital dos Errantes

    O Afeganistão é um dos países do globo mais fustigado pela guerra. A NATO ainda mantém no terreno 16 mil militares mas chegaram a ser 130 mil. Portugal participa com 186. Em novembro o grupo foi todo renovado. Assistimos à partida de dois dos três contigentes. Um mês depois, vistámos a família do capitão Carvalho. Veja aqui a Reportagem Especial Afeganistão: a guerra eterna.

    Pedro Coelho

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