Economia

"Não há nenhuma energia completamente limpa"

Odacir Júnior

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Vanda Paixão

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Diana Matias

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Edgar Keats

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Francisco Ferreira, presidente da direção da Zero – Associação, defende que o hidrogénio "é parte da solução", mas lembra que "não há nenhuma energia completamente limpa". E deixa o conselho: "é preciso esclarecer, corrigir e interligar".

No ano passado, as renováveis abasteceram 59% do consumo de energia elétrica, em Portugal. A hídrica e a eólica lideraram, seguido da biomassa e do solar.

A produção fóssil garantiu 38% do consumo, quase só com gás natural. O carvão representou cerca de 4%. Os dados são da REN que informa ainda que, em Abril, as centrais a carvão de Sines e do Pego não produziram eletricidade. Foi a primeira vez que isso aconteceu desde que começaram a trabalhar, em 1985.

E é neste contexto que o hidrogénio verde aparece como uma tentativa de solução para o problema da energia primeiro na Europa, depois no mundo. A opção é alvo de contestação. A Zero - Associação tem vindo a estudar o papel do hidrogénio no consumo de energia.

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