Luís Costa Ribas

Luís Costa Ribas

Impressões da América

Sou jornalista porque gosto de comunicar, sobretudo as coisas difíceis: ou porque são complexas, ou porque são perigosas. Comecei este caminho, e esta aventura, no entretanto extinto semanário Tempo, em 1980, segui, meses depois para a Rádio Renascença, e, em 1984, aterrei em Washington com um contrato com a emissora oficial dos Estados Unidos, Voice of America. Colaborei com a LUSA, O Independente, Público, O Jornal e Visão. Mais tarde abracei a aventura TSF e quatro ano depois tornei-me um dos fundadores da SIC. A vida levou-me a todo o lado. Mais de 50 países e 230 cidades, guerra, terramotos, furacões, histórias de índios, cowboys e capitalismo, política, assuntos internacionais, eleições em três continentes, conversas com com Salman Rushdie e Sylvester Stallone, Plácido Domingo e Whitney Houston, Bill Clinton e Boutros-Ghali, Jonas Savimbi e José Ramos-Horta. Mas o meu fascínio maior é a América, onde vivo há mais tempo do que vivi em Portugal, e as histórias que nela há sempre para contar e as coisas que nela há sempre para explicar.